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A Letra Escarlate Der scharlachrote Buchstabe

Um filme de Wim Wenders com Senta Berger, Lou Castel, Yelena Samarina, Hans Christian Blech, Alfredo Mayo, Yella Rottländer, Ángel Álvarez, Tito García

Adaptação do romance homónimo de Nathaniel Hawthorne, A Letra Escarlate conta a história de uma mulher que, por ser adúltera, é marginalizada pela comunidade puritana em que vive (Salem, no século XVIII) e forçada a usar a letra "A" nos vestidos. O seu marido, julgado desaparecido, regressa com outra identidade para descobrir quem fora o amante dela.

1973 | Alemanha, Espanha | 1h 30min | Drama, História | Longa-metragem

Actores e ficha técnica

Senta Berger

Lou Castel
Yelena Samarina
Hans Christian Blech
Alfredo Mayo
Yella Rottländer
Ángel Álvarez
Tito García


Realização: Wim Wenders
Argumento: Wim Wenders, Bernardo Fernández, Ursula Ehler, Tankred Dorst, com base no romance homónimo de Nathaniel Hawthorne
Produtores: Volker Canaris, Joachim von Mengershausen
Música: Jürgen Knieper
Fotografia: Robby Müller
Montagem: Peter Przygodda
Desenho de produção: Adolfo Cofiño, Manfred Luetz

Biografia do realizador

Wim Wenders é um dos principais autores do Novo Cinema Alemão dos anos setenta, a par de Rainer Werner Fassbinder e Werner Herzog. Foi com o filme O Amigo Americano (1977) que Wim Wenders conquistou reconhecimento internacional, tendo sido nomeado para a Palma de Ouro, que veio a vencer com Paris, Texas (1984).


O seu filme de 1987, As Asas do Desejo, trouxe-lhe o prémio de Melhor Realizador em Cannes e tornou-se no seu maior sucesso. Em 1993, recebeu o Grande Prémio do Júri no mesmo festival, com o filme Tão Perto, Tão Longe. Desde 1990, Wenders descreve-se como um cineasta da não-ficção, realizando vários documentários aclamados pelo público, Buena Vista Social Club (1999) e Pina (2011), ambos nomeados para os Prémios da Academia.

Wim Wenders foi homenageado no LEFFEST’15 com uma retrospectiva integral da sua obra, onde apresentou também a exposição fotográfica “À luz do dia até os sons brilham - Wim Wenders à descoberta de Portugal”. Uma das suas obras mais recentes, Os Belos Dias de Aranjuez, foi nomeada para o Leão de Ouro em Veneza (2016) e o seu último documentário, Papa Francisco: Um Homem de Palavra estreou em Cannes em 2018.

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