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Convidado de Honra Guest of Honour

Um filme de Atom Egoyan com David Thewlis, Laysla De Oliveira, Luke Wilson, Rossif Sutherland

Jim e a sua filha Verónica, uma jovem professora de música do ensino secundário, esforçam-se por contar as suas histórias e revelar os seus segredos. Após estar implicada num grande equívoco, a filha de Jim é falsamente acusada de abusar da sua posição de autoridade sobre um jovem de dezassete anos, Clive. Verónica está, no entanto, convencida da justeza da sua punição, que reporta a outros crimes do seu passado. Confuso e frustrado perante a intransigência da filha, a angústia de Jim começa a repercutir-se no seu trabalho enquanto inspector alimentar, levando-o a usar a sua influência sobre pequenos restaurantes.

2019 | Canadá | M/14 | 104 min | Drama | Longa-metragem

Festivais e prémios

Festival de Veneza - Selecção Oficial em Competição
Toronto International Film Festival - Apresentações especiais
LEFFEST - Lisbon & Sintra Film Festival - Selecção Oficial, Fora de Competição

BFI London Film Festival - Selecção Oficial


Crítica

«Um elaborado e imersivo thriller... rico e provocador... com um verdadeiro poder.»

The Guardian

«Fascinante... Sente-se e desfrute da viagem!»

Indie Wire

««”Guest of Honour” começa por nos desiquilibrar, e sustem o seu estranho momentum, nunca permitindo que o espectador reganhe o equilíbrio.»

Indie Wire

«As reviravoltas melodramáticas sempre foram fundamentais para o estilo de Atom Egoyan. Mais do que método, fazem parte de uma visão do mundo em que tudo está de alguma forma ligado por nós do destino.» »

Screen Daily

Actores e ficha técnica

David Thewlis

Laysla De Oliveira
Luke Wilson
Rossif Sutherland


Realizador: Atom Egoyan
Argumento: Atom Egoyan
Director de Fotografia: Paul Sarossy
Produção: Telefilm Canada, The Film Farm, Ego Films Art, Playtime

Distribuição: Leopardo Filmes

Biografia do realizador

Nascido no Egipto em 1960 e com ascendência arménia, Atom Egoyan cresceu numa família de pintores no Canadá. Começou a realizar curtas-metragens enquanto frequentava a Universidade de Toronto, e muitas das suas primeiras longas-metragens foram apresentadas em festivais internacionais e atraíram a atenção da crítica. Depois do seu primeiro êxito, Exótica (1994), vários filmes seus foram seleccionados para a competição do Festival de Cannes e galardoados com prémios canadianos, e O Futuro Radioso (1997) chegou a ser nomeado para dois Prémios da Academia.


Egoyan criou ainda instalações artísticas que foram exibidas na Bienal de Veneza e no Artangel em Londres, e trabalhou como encenador. As suas peças de teatro e ópera têm sido aclamadas pela crítica e galardoadas com vários prémios.

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