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Orphea Orphea

Um filme de Alexander Kluge, Khavn com Lilith Stangenberg, Ian Madrigal

O lendário mito grego de Orfeu e Eurídice é transformado e reinventado nesta versão contemporânea criada pelo inovador do cinema alemão Alexander Kluge, em colaboração com o argumentista Khavn. Através de uma abordagem experimental, o filme altera o género do herói para que, desta vez, Orfeu seja uma mulher que desce ao mundo subterrâneo para salvar o seu amado. Ao ritmo da música rock, e passado nas favelas de Manila, o seu peso mitológico e a sua estética avant-garde são acompanhados do tratamento de questões relacionadas com a imigração e com a xenofobia.

Évora Auditório Soror Mariana

18:00
2020 | Alemanha | M/14 | 1h 39min | Drama, Fantasia | Longa-metragem

Festivais e prémios

Festival de Berlim – Encounters

LEFFEST – Selecção Oficial – Em Competição

BAFICI – Competição Internacional

Actores e ficha técnica

Lilith Stangenberg

Ian Madrigal


Realização: Alexander Kluge e Khavn

Argumento: Alexander Kluge, Khavn, Douglas Candano

Fotografia: Thomas Willke, Albert Banzon, Gym Lumbera, Walter Lenertz, Vincent Schaack, Michael Kurz, Frédéric Krauke

Montagem: Andreas Kern, Kajetan Forster, Roland Forster, Toni Werner, Lawrence S. Ang

Música: Lilith Stangenberg, Sir Henry, Tilman Wollf, Khavn, Diego Mapa

Desenho de Som: Mikko Quizon

Som: Michel Kurz, Frédéric Krauke

Colorista: Timmy Torres

Animação: Roxlee

Direcção de Arte: Martin Yambao

Guarda-Roupa: Zeus Bascon, Kim Perez, Antoinette Köster

Assistente de Realização: Kristine Kintana

Direcção de Produção: Barbara Barnak, Kristine Kintana, Santie Navarro Artwork Mario Lombardo

Produtores: Alexander Kluge, Stephan Holl, Antoinette Köster

Produtores Executivos: Khavn, Achinette Villamor

Produtores Associados: Raimond Göbel

Vendas Internacionais: Rapid Eye Movies

Apoio à Produção: Film - Und Medienstiftung Nrw

Distribuição: Leopardo Filmes




Biografia do realizador

Alexander Kluge foi um dos signatários do Manifesto de Oberhausen, a porta que abriria caminho ao Novo Cinema alemão, e é um dos mais importantes cineastas e intelectuais da Alemanha do pós-guerra. Para além de ter realizado mais de meia centena de filmes e séries para televisão, Kluge é também escritor e ensaísta. Artistas no Circo: Perplexos / Die artisten in der Zirkuskuppel: ratlos é a sua segunda longa-metragem e uma das suas maiores obras, premiada no Festival de Veneza de 1968 com o Leão de Ouro.


Um dos mais célebres artistas contemporâneos das Filipinas, Khavn realizou 51 longas-metragens e 115 curtas, escreveu seis livros e compôs 23 álbuns de música. Foi homenageado com o Prémio Don Carlos Palanca pela sua poesia e pelas suas histórias e, em 2009, fez parte do júri da secção de curtas-metragens do Festival de Cinema de Berlim. Em 2017, o Festival Internacional de Curtas-Metragens de Oberhausen apresentou a exposição “Happyland”, a maior exibição das obras de Khavn fora das Filipinas.

Évora Auditório Soror Mariana

18:00

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