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Paris 13 Les Olympiades

Um filme de Jacques Audiard com Lucie Zhang, Makita Samba, Noémie Merlant, Jehnny Beth

Paris, 13º Arrondissement. Emilie, uma jovem que salta de trabalho em trabalho, precisa de um inquilino para dividir casa e é então que conhece Camille, professor e doutorando, com quem inicia uma relação casual. Por sua vez, Camille sente-se atraído por Nora, colega de trabalho que desiste de acabar o curso após ser confundida com Amber, uma conhecida camgirl com quem irá desenvolver uma forte ligação. Amigos, às vezes amantes e muitas vezes ambos, estes jovens redefinem a noção de amor moderno.


“São personagens que não são aquilo que pensam ser. O mundo vai ensinar-lhes algo a cada um, como nos filmes do Rohmer: no fim, cada um encontra o seu lugar.” Afirma Jacques Audiard acerca do seu novo filme, baseado nas novelas gráficas Killing and Dying, Amber Sweet e Hawaiian Getaway do cartoonista da New Yorker Adrian Tomine. Num argumento que co-assina com Céline Sciamma e Léa Mysius, Audiard apresenta uma bela e inovadora história de amor que aborda a forma como jovens adultos interagem e constroem a sua identidade, ao mesmo tempo que lidam com as suas emoções e exploram a sua sexualidade.

2021 | França | M/16 | 1h 45min | Drama | Longa-metragem

Festivais e prémios

Festival de Cannes – Selecção Oficial em Competição, Melhor Compositor (Rone)

Crítica

Positif

Télérama

The Guardian

Actores e ficha técnica

Lucie Zhang

Makita Samba

Noémie Merlant

Jehnny Beth


Argumento: Jacques Audiard, Céline Sciamma, Léa Mysius, Adrian Tomine (a partir de um conjunto dos seus contos)

Director de Fotografia: Paul Guilhaume

Produção: Valérie Schermann, Jacques Audiard

Distribuição: Leopardo Filmes

Biografia do realizador

Nascido em Paris, em 1952, Jacques Audiard fez estudos na área das humanidades e chegou mesmo a pensar em ser professor, mas voltou-se para o cinema, iniciando aí, com 24 anos, um percurso como assistente de Polanski em O Inquilino e depois também de Patrice Chéreau. Trabalhou posteriormente como montador, tendo-se tornado depois também um reputado argumentista, antes de se estrear na realização, aos 42 anos, com Regarde les Hommes Tomber, que lhe valeu o César de Melhor Primeira Obra. Seguiram-se depois filmes que lhe conquistaram uma respeitável reputação (traduzida em numerosos prémios), como, por exemplo, De Tanto Bater o Meu Coração Parou (2005). Em 2015, ganhou a Palma de Ouro em Cannes com Deephan.

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