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Viridiana Viridiana

Um filme de Viridiana com Silvia Pinal, Francisco Rabal, Fernando Rey, Margarita Lozano, Joaquín Roa

A noviça Viridiana vai visitar o seu tio e benfeitor, Don Jaime. Don Jaime vive sozinho desde a morte da mulher, ocorrida em plena noite de núpcias. Perturbado pela semelhança entre Viridiana e a falecida mulher, Don Jaime quer mantê-la ao pé de si. Com a cumplicidade da criada Ramona, adormece Viridiana e tenta abusar dela durante o sono. Ao saber disso, Viridiana foge. A caminho do convento, recebe a notícia de que o tio se suicidou, e volta para trás. Decide consagrar a vida aos pobres e aos mendigos, que alberga na quinta de Don Jaime, tornando-se no alvo das ironias de Jorge, filho dele. Um dia os mendigos invadem a casa e um deles tenta violar Viridiana. Considerando-se pouco recompensada pela sua devoção, Viridiana junta-se a Jorge e a Ramona para um jogo de cartas.

1961 | Espanha, México | M/12 | 1h 30min | Comédia, Drama | Longa-metragem

Actores e ficha técnica

Silvia Pinal

Francisco Rabal
Fernando Rey
Margarita Lozano
Joaquín Roa
Teresa Rabal
José Calvo
Victoria Zinny
Luis de Heredia
José Manuel Martin


Realização - Luis Buñuel
Argumento - Luis Buñuel e Julio Alejandro, baseado numa ideia de Luis Buñuel
Director de Fotografia - José Fernández Aguayo
Decoração - Francisco Canet
Música - fragmentos do Requiem em Ré Menor K.626 de Mozart, do Messias de Haendel (Alleluia) e da 9ª Sinfonia de Beethoven, seleccionados por Gustavo Pittaluga
Som - A. Garcia Tijeras
Montagem - Pedro del Rey

Biografia do realizador

LUIS BUÑUEL (Calanda, Espanha, 1900 — Cidade do México, 1983), cineasta e escritor, foi considerado o primeiro a realizar um filme inteiramente surrealista, escrito e realizado em conjunto com o pintor Salvador Dalí, e que seria o seu primeiro filme, UN CHIEN ANDALOU (1929). UN CHIEN ANDALOU só seria possível devido a dinheiro emprestado pela sua mãe. Mas antes de experimentar o trabalho de realização, já tinha pisado os terrenos do cinema quando, no início dos anos 20, trabalha em Paris como assistente do realizador Jean Epstein. Segundo Octavio Paz, o trabalho de Buñuel é “o casamento entre a imagem fílmica e a imagem poética, criando uma nova realidade… escandalosa e subversiva”.

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