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Homenagem dos Cahiers ao realizador Jacques Rozier

Este ano desapareceu um dos maiores e mais singulares realizadores franceses do pós-guerra: Jacques Rozier (1926-2023) autor de uma obra essencial e rara, uma mão cheia de longas-metragens, começando em 1962 com Adieux Philipinne e terminando em 2001 com Fifi Martingale, e dezena e meia de curtas. Paulo Branco produziu-lhe, em 1986, uma das suas obras mais importantes: Maine Océan, Prix Jean Vigo, e que o jornal Le Monde há poucos anos colocou na lista dos 50 melhores filmes franceses de sempre. O produtor português foi convidado a participar no dossier de homenagem que os Cahiers dedicam a “este autor genial” no último número, e aí conta o seu encontro com Rozier e o desafio que foi a produção daquele filme com uma equipa portuguesa em França, entre eles o director de fotografia Acácio de Almeida. Uma “aventura”, na ilha de Yeu, “com um tal ritmo, uma tal confiança e uma tal liberdade hoje impensáveis porque a maior parte das pessoas do cinema trabalha como funcionários”. A Leopardo Filmes estreará os filmes de Rozier em sala em Portugal no próximo ano.

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