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MOSQUITO, de João Nuno Pinto, e ORDEM MORAL, de Mário Barroso, integram shortlist dos Prémios Platino del Cine Iberoamericano
MOSQUITO de João Nuno Pinto e ORDEM MORAL, de Mário Barroso – duas produções Leopardo Filmes - foram selecionadas para a shortlist dos Prémios Platino del Cine Iberoamericano, somando 5 nomeações entre os dois filmes. Os prémios serão entregues a 3 de Outubro de 2021, em Madrid.
Da lista que contabilizava o total de 141 filmes e séries, divididas em 20 categorias, foram anunciados quatro finalistas para cada uma. Os prémios serão entregues a 3 de Outubro de 2021, em Madrid.
No que diz respeito ao filme ORDEM MORAL, Maria de Medeiros está nomeada na categoria de Melhor Interpretação Feminina e Albano Jerónimo está indicado para o galardão de Melhor Interpretação Masculina Secundária.
Já a longa-metragem MOSQUITO destaca-se nas categorias de Melhor Direcção de Montagem, pelo trabalho de Gustavo Giani, Melhor Direcção de Arte - sublinhando-se a prestação de Nuno Mello - e Melhor Direcção de Fotografia, assinada por Adolpho Veloso.
MOSQUITO, uma ideia original de João Nuno Pinto a partir da história do seu avô, segue o percurso de Zacarias, um jovem soldado português que durante a Primeira Guerra Mundial é enviado para Moçambique, onde o conflito se desenrola longe dos olhares do mundo. Ao ser deixado para trás pelo seu pelotão, parte numa longa odisseia mato adentro. Esta produção da Leopardo Filmes, em co-produção com a Alfama Films Production (França), a APM Produções (Portugal), a Delicatessen Films (Brasil) e a Mapiko Filmes (Moçambique), foi o filme de abertura do Festival de cinema de Roterdão em 2020, um feito inédito para o cinema português. Foi ainda seleccionado e premiado em vários festivais espalhados pelo mundo. Estreou-se em Portugal em Março de 2020 e em França em Junho, tendo recebido grandes elogios da crítica e estando várias semanas em cartaz. Recentemente, foi adquirido para distribuição no Brasil e noutros pontos do globo.
Em ORDEM MORAL, a actriz Maria de Medeiros no papel de Maria Adelaide Coelho da Cunha, herdeira e proprietária do Diário de Notícias, que em 1918 abandona o luxo social, cultural e familiar em que vive para fugir com um chauffeur, 26 anos mais novo. O filme estreou-se em sala em Setembro de 2020 em Portugal (com largas semanas em exibição) e França (em mais de 40 salas). Entretanto, contou com os maiores elogios da crítica nos dois países, traçando um percurso internacional notável e integrando a selecção oficial de vários festivais a nível mundial.


