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Paulo Branco: Uma das coisas mais importantes é ser livre e independente

Paulo Branco é entrevistado na edição desta semana do suplemento do Jornal Económico e revela algumas das suas próximas aventuras de produção. 


A entrevista antecipa a homenagem que a Cinemateca Francesa dedica a partir de 23 de Junho ao produtor, distribuidor, exibidor e programador. O programa "Paulo Branco ou le risque du goût" é composto por 36 dos mais de 300 filmes que produziu. 


O calendário das sessões na Cinemateca Francesa está disponível aqui.


Quanto à sua actividade nas produções, Paulo Branco afirma: “Uma das coisas mais importantes para mim é ser livre e ser absolutamente responsável pelas decisões que tomo, ser independente, e depois assumo todas as consequências que daí advêm.” O produtor da Leopardo Filmes anunciou ainda: “Tenho em mãos cinco projectos muito diferentes”. Já a rodar, um filme de António-Pedro Vasconcelos. Segue-se Na Polinésia, um projecto de Hugo Vieira da Silva  “que sofreu grandes atrasos devido à pandemia”. Depois de A Herdade, Paulo Branco vai voltar a produzir um filme de Tiago Guedes que “é quase de ‘terror’. Chama-se Restos, com argumento de Tiago Rodrigues”. Segue um filme “sobre os pré-rafaelitas” com argumento de Eduardo Brito e realização de Rodrigo Areias que “é uma ideia que nasce da grande vontade do Rodrigo que eu lhe produzisse um filme com uma ambição diferente daqueles que ele produz a ele próprio”. Adaptação para o cinema da Sibila de Agustina Bessa-Luís, Paulo Branco vai ainda produzir a estreia na realização de Eduardo Brito (“desafiei-o a escrever o argumento sem pensar na altura em propor-lhe a realização do filme (…) a escrita foi evoluindo e acabei por lançar-lhe o desafio. Hesitou imenso, e eu disse-lhe: «não vou estar dez anos à tua espera!» [sorriso]”).


Entrevista completa disponível AQUI.

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