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PEQUENOS CLARÕES estreia hoje nas salas portuguesas

Estreia hoje o novo filme de Pilar Palomero, PEQUENOS CLARÕES, uma pequena obra-prima que passou pelo 19.º LEFFEST e arrecadou a Concha de Prata para Melhor Interpretação para Patricia López Arnaiz, além do Prémio SIGNIS no Festival de San Sebastián. A chegada às salas faz-se no Cinema Medeia Nimas e no UCI El Corte Inglés, em Lisboa; no Teatro Campo Alegre, no Porto; no UCI Arrábida 20, em Vila Nova de Gaia; no Cinema Charlot, em Setúbal; e no TAGV, em Coimbra, a 25 de Novembro, às 18h30.


A recepção crítica tem sido marcada por rara unanimidade. No Diário de Notícias, João Lopes destaca PEQUENOS CLARÕES como «um filme dramático, de invulgar subtileza emocional, sobre os ziguezagues de uma família», sublinhando uma ética cinematográfica depurada, assente no trabalho dos actores. João Antunes, no Jornal de Notícias, escreve que a narrativa «vai-se desenrolando ao ritmo da vida», onde tudo parece mínimo até nos encontrarmos, sem aviso, colados às emoções das personagens. Vasco Câmara, no Público, afirma que Palomero «suspende Pequenos Clarões sobre algo que podia ser um vazio de progressão», convertendo-o numa suspensão habitada por emoções e embaraços.


Também na Metropolis, Inês N. Lourenço ressalta a «enorme subtileza» com que o filme aproxima a morte de uma vivência interior, lembrando que a câmara de Palomero, mesmo no limiar, «interessa-se pela vida». Na MagazineHD, José Vieira Mendes vê em Palomero uma cineasta capaz de filmar «o espaço entre as palavras, o desconforto da memória, o amor que sobra depois do amor acabar», recusando moralismos, facilidades ou milagres narrativos, e encontrando apenas humanidade pura, na sua forma mais desarmada.


Um lançamento que ilumina o que o cinema consegue quando se entrega ao que é frágil, misterioso e verdadeiro.


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