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A Febre Sobe em El Pao La Fièvre Monte à El Pao

Um filme de Luis Buñuel com Gérard Philipe, Maria Félix, Jean Servais, Tito Junco, Raúl Dantés, Roberto Cañedo

Num país imaginário da América latina, Ramón Vázquez, um idealista, está secretamente apaixonado por Inés Vargas, mulher do seu superior hierárquico, governador e director da prisão. Vargas é assassinado, provocando uma sangrenta repressão conduzida por Gual. Para Gual, Vázquez é um suspeito. Gual tenta seduzir Inés e chantageia-a, dizendo-lhe que se dormir com ele deixará Vázquez em paz. Cardenas, um jurista que foi professor de Vázquez, é preso e morre na prisão. Vázquez acalma os ânimos e, em virtude de conseguir abrandar a espiral da revolta, sobe na hierarquia do regime. Manda soldados prenderem Inés - que tentou matar Gual - mas, desobedecendo às suas ordens, eles matam-na.


Folha de Sala

1959 | França, México | M/12 | 100' | Drama | Longa-metragem

Actores e ficha técnica

Gérard Philipe
Maria Félix
Jean Servais
Tito Junco
Raúl Dantés
Roberto Cañedo


Realização - Luis Buñuel
Argumento - Luis Buñuel, Luis Alcoriza, Louis Sapin e Charles Dorat
baseado no romance homónimo de Henri Castillou
Director de Fotografia - Gabriel Figueroa
Música - Paul Misraki
Decoração - Jorge Fernandez e Pablo Galván
Som - W. Robert Sivel
Montagem - James Cuenet (versão francesa) e Rafael Ceballos (versão mexicana)
Produtor: Raymond Borderie

Biografia do realizador

LUIS BUÑUEL (Calanda, Espanha, 1900 — Cidade do México, 1983), cineasta e escritor, foi considerado o primeiro a realizar um filme inteiramente surrealista, escrito e realizado em conjunto com o pintor Salvador Dalí, e que seria o seu primeiro filme, UN CHIEN ANDALOU (1929). UN CHIEN ANDALOU só seria possível devido a dinheiro emprestado pela sua mãe. Mas antes de experimentar o trabalho de realização, já tinha pisado os terrenos do cinema quando, no início dos anos 20, trabalha em Paris como assistente do realizador Jean Epstein. Segundo Octavio Paz, o trabalho de Buñuel é “o casamento entre a imagem fílmica e a imagem poética, criando uma nova realidade… escandalosa e subversiva”.

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