O Homem Demasiado Amado L'homme qu'on aimait trop
Nice, 1976. Agnès Le Roux, filha de Renée, dona do casino Palais de la Méditerranée, apaixona-se por Maurice, um advogado dez anos mais velho e conselheiro da sua mãe. Enquanto ele mantém outras relações, ela vive uma paixão arrebatadora. Após o casino sofrer um duro golpe, Renée vê-se nas mãos da máfia e do seu rival, Fratoni, que oferece três milhões de francos pelo casino. Maurice convence Agnès a votar contra a sua mãe e Renée perde o casino. Após esta decisão, Maurice acaba a relação com Agnès, que fica ressentida com a traição à mãe. Após uma tentativa de suicídio a jovem desaparece.
Festivais e prémios
Festival de Cannes – Selecção Oficial – Fora de Competição
Prémios Lumière – Nomeação para Melhor Actriz (Adèle Haenel) e Melhor Actor (Guillaume Canet)
Actores e ficha técnica
Catherine Deneuve
Adèle Haenel
Guillaume Canet
Realização - André Téchiné
Argumento - André Téchiné, Cédric Anger, adaptado do livro de Jean-Charles e Renée Le Roux
Director de Fotografia - Julien Hirsch
Montagem - Hervé de Luze
Biografia do realizador
Um dos realizadores mais importantes do cinema francês pós-Nouvelle Vague, André Techiné é conhecido pelo seu talento a dirigir grandes actrizes, como Catherine Deneuve ou Juliette Binoche e pela elegância e complexidade emocional dos seus filmes. Com uma longa carreira que teve inicio em 1969 com “Pauline S’En Va”, filme que marcou presença nos Festivais de Veneza e Cannes, Téchiné venceu o Prémio de Melhor Realizador no Festival de Cannes em 1985 com “Rendez-vous”. Dez anos depois, venceu o César de Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Argumento com “Os Juncos Silvestres”. “O Homem Demasiado Amado” marca a sua sétima colaboração com Catherine Deneuve.


